Para muitos brasileiros, o exame de direção no Japão causa choque logo no primeiro contato. Mesmo pessoas que dirigem há anos acabam reprovando, o que gera frustração, insegurança e a sensação de que o sistema é excessivamente exigente.
No entanto, essa rigidez tem um motivo muito claro.
O objetivo do exame no Japão
Diferente do Brasil, onde o foco costuma ser avaliar se o candidato consegue conduzir o veículo, no Japão o exame avalia como a pessoa se comporta no trânsito.
O examinador observa se o candidato:
- antecipa riscos
- respeita regras mesmo quando ninguém está observando
- demonstra consciência com pedestres, ciclistas e outros veículos
- segue o padrão japonês de direção defensiva
Ou seja, não basta saber dirigir. É preciso dirigir de acordo com o padrão japonês.
Cultura e trânsito caminham juntos
O Japão é um país onde as regras existem para proteger o coletivo. No trânsito, isso se reflete em atenção aos detalhes, respeito absoluto à sinalização e previsibilidade de comportamento.
Durante o exame, o avaliador espera que o candidato demonstre intenção clara em cada ação, como olhar corretamente, parar totalmente, sinalizar e confirmar antes de prosseguir.
Por que muitos brasileiros reprovam?
Os erros mais comuns não estão ligados à falta de habilidade, mas ao não entendimento do padrão exigido.
Entre eles estão:
- não realizar a confirmação visual correta nos cruzamentos
- não efetuar parada completa onde é obrigatório
- posicionamento inadequado do veículo
- decisões consideradas apressadas
No Japão, o examinador prefere um candidato cauteloso a um candidato rápido.
A boa notícia!
O exame não é impossível. Ele apenas segue uma lógica diferente. Com orientação adequada, entendimento das regras e preparo correto, é totalmente possível ser aprovado.
Na autoescola Uniserv, o aluno aprende não apenas o que fazer, mas por que fazer, compreendendo o raciocínio por trás do exame japonês.




